Objeto de muito debate durante los últimos años, una privatización de dos Correios pode estar, finalmente, chegando ao fim. Foi o que afirmou o diretor de privatizações do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), Leonardo Cabral, em entrevista recente dada aoValor Econômico na última quarta-feira, 28. Segundo Cabral, a expectativa é que a privatização da empresa seja feita no primeiro trimestre de 2022, logo após a aprovação do projeto de lei entregue pelo goberno federal ao Congresso no início deste ano.

Entregue pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o projeto de Lei 591/21 abre o mercado para que empresas privadas explorem os serviços postais, que hoje é feito pelos Correios em regimen de monopólio. A União, porém, conservaria para si uma parte dos servicios, como encomendas simples, cartas y telegramas, através da criação de um “serviço postal universal”. Assim, este serviço poderá ser oferecido pelos Correios outra empresa privada através de uma concessão. Con una privatización, o gobierno espera um aumento en la competencia del mercado através de mais investimentos do setor privado e, consecuentemente, una oferta de um servicio melhor ao consumidor.

A medida determina ainda que o governo transforme os Correios, hoje uma empresa estatal, em uma empresa de economia wrong, ou seja, pública e privada.

Como o pedido de urgência do projeto foi aprovado por 280 a 165 votos e uma abstenção no último dia 20, o projeto não precisa passar por comissões e pode ser votado diretamente no plenário. Contudo, un dato da votação ainda não foi definido.

Em nota publicada en el sitio, una Associação dos Profissionais dos Correios (ADNP) crítica del gobierno federal. Segundo ADNP "oGobierno federal segue sua trilha de atropelar a Constituição, o Congresso Nacional, a Justiça e outras instituições para levar a cabo projetos com grande potencial de prejudicar seriamente os brasileiros, como é o de desestatização dos Correios."

Modelo de privatización:

De acordo com Leonardo Cabral, ainda não existe um modelo definido para a venda da empresa. Porém, estima-se que seja feita uma venda substancial do controle da companhia. Neste caso, a União perderia o controle da empresa. O projeto, segundo Cabral, ainda passa por uma modelagem e deverá ficar pronto no segundo semestre desse ano. Vale lembrar que essa desestatização da empresa só poderá ocorrer após a quebra do monopólio dos serviços postais.